No cinema, na televisão e agora também no streaming (ver, por exemplo, a série inglesa de culto dos anos 70 Survivors, e mais recentemente, a russa To the Lake, ou americanas como The Stand – que tem duas versões, em 1994 e em 2020 –, The Walking Dead, Jericho e The Last of Us), o planeta Terra já foi atingido por toda a sorte de cataclismos, que aniquilaram a grande maioria da população e deram origem a precárias e perigosas sociedades pós-apocalípticas. Foram guerras nucleares, invasões alienígenas, criaturas fantásticas, epidemias devastadoras, esgotamento dos combustíveis, ou uma multiplicidade de catástrofes cósmicas, naturais e ecológicas, que tornaram regulares e abundantes (embora nem sempre em qualidade) os filmes, telefilmes e séries desta muito popular vertente da ficção científica.
Entre os melhores, e ficando apenas pelos filmes, encontramos títulos como a trilogia Mad Max, de George Miller, Um Rapaz e o seu Cão, de L. Q. Jones, Nova Iorque 1997 e Fuga de Los Angeles, de John Carpenter, O Homem que Veio do Futuro, de Franklin J. Schaffner, os títulos dos Mortos-Vivos de George Romero, Para Além do Amanhã, de Ray Milland, O Último Combate, de Luc Besson, A Hora Final, de Stanley Kramer, Zardoz, de John Boorman, Testamento, de Lynne Littmann, Reino de Fogo, de Rob Bowman, Waterworld, de Kevin Reynolds, Quando o Mundo Cegou, de Steve Sekely, Tank Girl – Uma Mulher de Armas, de Rachel Talalay, O Último Homem na Terra, de Sidney Salkow, ou Bem-Vindo à Zombieland, de R