Se não fosse jornalista, seria contadora de histórias. Como é mais ou menos a mesma coisa, decidiu que faria da redacção a sua segunda casa. Depois de uma passagem pela secção de Ciência do Público em 2017, onde aprendeu que ser séria não é ser sisuda, aventurou-se pelo jornalismo de lifestyle com a extinta revista Epicur. Pouco depois, mudou-se de malas e bagagens para a Time Out. Já lá vão cinco anos e ainda há tanto por contar. Se depender dela, nenhuma família ficará sem saber o que há para fazer e ver na cidade. É verdade, também se pela por um bom livro e faz questão de partilhar as novidades e os melhores sítios para abastecer a estante. E, se o dia não estiver simpático, das duas uma: ou à mesa ou na sala de espectáculos, fica o encontro marcado. Na Internet, podem encontrá-la aqui.

Se a quiser importunar ou tiver segredos para partilhar, é enviar e-mail ([email protected]). 

Raquel Dias da Silva

Raquel Dias da Silva

Jornalista, Time Out Lisboa

Follow Raquel Dias da Silva:

Articles (473)

Livros: novidades a não perder em 2026

Livros: novidades a não perder em 2026

A rentrée não começa verdadeiramente sem as novidades literárias do segundo semestre. Passámos tudo em revista e escolhemos 25 livros. Fresquinhos ou ainda em pré-venda, de autores consagrados e estreantes, de ficção e não-ficção, nos mais variados géneros, em prosa, verso ou banda desenhada, editados pelos grupos Porto Editora/Bertrand, Penguin e Leya, ou por editoras independentes como a Crosta, a Antígona, a Relógio d’Água e a Kiala, estas são as leituras que temos planeadas para os próximos meses. Lembre-se: ler pede calma e dedicação, mas é uma das melhores formas de viajar sem sair do sítio. Recomendado: Sabe o que são alfarrabistas modernos? Fomos conhecê-los
As melhores peças de teatro e dança para ver em Lisboa esta semana

As melhores peças de teatro e dança para ver em Lisboa esta semana

Não precisa de procurar mais por peças de teatro e dança para ver hoje em Lisboa. Aqui, encontra boas sugestões de produções artísticas para preencher a sua agenda de toda a semana. Algumas têm temporadas muito curtas e é costume esgotarem rapidamente, quer sejam estreias absolutas, reposições há muito aguardadas, propostas de companhias nacionais ou digressões internacionais de prestígio. Como mais vale prevenir do que remediar, esta lista vai ajudá-lo a planear com tempo as suas incursões culturais pela cidade. Vale tudo. Só não vale ficar à porta. Recomendado: As melhores peças de teatro em Lisboa para ver este mês
Coisas para fazer em família este fim-de-semana em Lisboa (e arredores)

Coisas para fazer em família este fim-de-semana em Lisboa (e arredores)

Com o regresso às aulas, os fins-de-semana em família tornam-se ainda mais valiosos. O tempo está quente, o que quer dizer que só nos apetece andar no laréu, mas prometemos que também há boas opções indoor. E, aqui, as propostas para calorentos e friorentos têm uma coisa em comum: prometem gastar as pilhas dos mais novos até ser hora de ir para a cama. Entre exposições, oficinas e espectáculos, não faltam ideias de coisas para fazer com os miúdos este sábado e domingo. Se quiser mais, tome lá as melhores coisas para fazer em Lisboa com crianças. Recomendado: Os melhores museus para crianças em Lisboa
As melhores lojas de brinquedos em Lisboa

As melhores lojas de brinquedos em Lisboa

De cavalinhos de madeira a jogos tecnológicos, as lojas de brinquedos em Lisboa têm tudo o que é preciso para entreter os miúdos, dar um presente surpreendente ou encantar pais com síndrome de Peter Pan. O que é o mesmo que dizer que as crianças não vão precisar de suplicar “vá lá, vá lá”, porque os crescidos também ficam rendidos. Se quer fugir das grandes superfícies e comprar um brinquedo verdadeiramente original, tem de conhecer estas lojas, autênticos mundos encantados para crianças, onde não faltam marcas portuguesas e livros que não são só para ler (são para brincar, desafiar, desdobrar e interagir) ou para adormecer (são para despertar a mente para coisas novas, excitar os olhos com cores, acordar o cérebro com exercícios divertidos e marcá-lo com histórias inesquecíveis). Recomendado: Quintas pedagógicas: leve-os ao campo sem sair da cidade
The perfect meat in the perfect bread: Mr. Bifana opens at Time Out Market New York

The perfect meat in the perfect bread: Mr. Bifana opens at Time Out Market New York

The Portuguese bifana has just carved out a permanent spot in the city that never sleeps. After the roaring success at Portugal House during the football World Cup — where thousands queued just to try "the perfect meat in the perfect bread" — Mr. Bifana now has its own space at Time Out Market New York. "This story would fill five or six minutes of a podcast," warns Fernando Vaz over the phone, live from Brooklyn, where he has been busy acting as ambassador for Portugal's most famous sandwich. "Gotch-ya," we hear him say on the other end. Moments later, he turns his attention back to us. He'll spend 20 minutes more than he promised telling us the story of his American adventure. Vaz was in Bahrain, working for TAP, when the pandemic ended his career in aviation. It would turn out to be the start of a new chapter — though he didn't know it yet. So he takes us back a few years, to when he had the chance to do an exchange in New Zealand during his Management degree at Universidade Nova de Lisboa. "That was my first eye-opener. After graduating, I started working at a kiosk on Avenida da Liberdade to save up for a trip around the world, which I did with two friends. It lasted eight months, on about ten dollars a day, camping and hitchhiking, sleeping at other people's places. When it ended, I decided to get a pilot's licence, to work in aviation," he recalls. The dream didn't pan out, as we know, but — used to fending for himself abroad — he rolled up his sleeves, bought a tuk-tu
As melhores lojas para crianças em Lisboa

As melhores lojas para crianças em Lisboa

Entrar em lojas dedicadas aos mais novos é um mimo para os miúdos e um encanto para os pais. Quem resiste a um vestido cheio de folhos, a um triciclo de madeira vintage ou àquele papel de parede de estrelas a combinar com as cortinas? Fomos à procura das melhores lojas para crianças em Lisboa e encontrámos a fina flor da moda infantil, da decoração e dos brinquedos na cidade (deixámos de fora as livrarias, porque isso é todo um outro nível de perdição). Para convidar à visita, algumas têm até cantinhos de brincadeiras para os adultos poderem tratar dos negócios à vontade. Vamos às compras? Recomendado: As melhores coisas para fazer em Lisboa com crianças
Os melhores passeios em Lisboa para fazer em Setembro

Os melhores passeios em Lisboa para fazer em Setembro

Comece o ano lectivo em forma, isto é, a dar à perna. Na cidade ou fora dela, de preferência no meio da natureza, o que não falta são opções de passeios e caminhadas, para desanuviar e, quem sabe, aprender uma coisa ou outra. Há percursos para todos os níveis, dos iniciantes aos mais experientes (leia-se pernas firmes e pulmões treinados). Levante-se do sofá, vista a sua roupa mais confortável, prepare o kit (o chapéu e a garrafa de água são essenciais) e vá aproveitar os melhores passeios em Lisboa (e arredores) para fazer em Setembro. Há de noite e de dia, com vários níveis de dificuldade. Recomendado: Coisas para fazer em família este fim-de-semana em Lisboa (e arredores)
As melhores coisas para fazer com crianças este mês em Lisboa (e arredores)

As melhores coisas para fazer com crianças este mês em Lisboa (e arredores)

O calor continua a chamar-nos para a rua (Já levou os miúdos à praia? Aqui tem a lista das praias com Bandeira Azul para este Verão), a agenda continua ao rubro e o que não falta em Lisboa são coisas para fazer com crianças. Para aproveitar os tempos livres da melhor maneira, reunimos um generoso rol de sugestões, desde espectáculos de teatro e concertos até oficinas criativas, workshops para gulosos e gulosas, exposições mais ou menos interactivas e, claro, actividades ao ar livre. Junte a família e comece a planear tudo o que pode fazer em Lisboa (e arredores) em Setembro de 2026. Recomendado: Museus para crianças em Lisboa? São mais que as mães
As melhores peças de teatro e dança em Lisboa para ver em Setembro

As melhores peças de teatro e dança em Lisboa para ver em Setembro

Em Lisboa, não faltam opções para ir ao teatro, muitas delas com preços bem apetecíveis (olá, dia do espectador). Mas algumas estão tão pouco tempo em cena que é preciso correr, já que nunca se sabe se (e quando) são repostas. Entre companhias históricas e emergentes, encenadores e actores conhecidos e até os que ainda estão a tentar conquistar o seu lugar, encontra-se um generoso conjunto de peças de teatro e dança a não perder em Setembro. Aqui ficam as nossas sugestões, para que na hora de escolher seja tudo mais fácil. Bom espectáculo! Recomendado: As melhores coisas para fazer em Lisboa esta semana
Os melhores parques caninos em Lisboa

Os melhores parques caninos em Lisboa

Nem todos têm espaço em casa para atirar a bola um bocado mais além da mesa da sala de jantar. Felizmente, Lisboa está bem servida de espaços verdes e, em vários pontos da cidade, nasceram pequenos núcleos totalmente dedicados aos quatro patas, para que os nossos melhores amigos possam correr, saltar e ser um bocadinho mais felizes longe do asfalto. Com equipamentos de treino e agilidade, fontes de água para saciar a sede e até casas de banho próprias para cães, estes recintos fechados garantem segurança e espaço para correrem sem trela. Descubra (ou relembre) os melhores parques caninos em Lisboa onde pode levar o seu animal de estimação e delicie-se a vê-lo fazer novos amigos. Recomendado: Caixas de subscrição para animais (e para os seus donos)
Os melhores museus para crianças em Lisboa

Os melhores museus para crianças em Lisboa

É uma grande injustiça dizer que a palavra museu cheira a mofo. Mas se começou por arrastar os miúdos para uma exposição interminável que interessa apenas a adultos... é bem possível que o programa enfrente uma certa resistência. Não desanime. Um roteiro museológico não tem de ser um programa aborrecido, muito pelo contrário. Fomos à procura dos melhores museus para crianças em Lisboa. Para ir ao passado e ao futuro, sem sair do presente. Há museus que guardam memórias de outros tempos, outros que fazem uso da imaginação. Uns dedicam-se às pinturas, outros às instalações, por vezes interactivas, e outros ainda ao insólito. Divirtam-se!  Recomendado: Fim-de-semana perfeito em família
Actividades ao ar livre para crianças em Lisboa (e arredores)

Actividades ao ar livre para crianças em Lisboa (e arredores)

Está com vontade de explorar a cidade, mas anda com os miúdos de atrelado? Não precisa de desesperar, muito menos se o tempo estiver de feição. Há propostas de coisas para fazer ao ar livre para si e para eles. Com o bónus, atenção, de o ajudar a tirar-lhes a energia sem dar cabo do orçamento (sim, zelamos pela sua carteira como se fosse a nossa). Desde jardins e parques para jogos e piqueniques em família até miradouros e roteiros de arte urbana para ver as vistas, estas sãos as melhores actividades ao ar livre para crianças em Lisboa (e arredores). Recomendado: As melhores coisas para fazer em família este fim-de-semana em Lisboa

Listings and reviews (249)

Rinse

Rinse

Após uma apresentação marcante no Festival d’Avignon, Hepi e Grigor estreiam-se no palco do TBA com a performance Rinse. Na peça, Hepi questiona se a urgência de viver na vertigem da extinção intensificou a sedução pelo passado, recriando em cena um mito entrópico sobre as origens que avança de fim em fim. Construído sobre uma partitura improvisada, este solo intimista e ao mesmo tempo épico entrelaça memórias autobiográficas com as grandes narrativas da história da arte, do feminismo, da dança, do vazio, do desejo, da cultura popular e da herança colonial. A proposta aprofunda a investigação da artista sobre o hibridismo das formas, celebrando o corpo e o movimento como espaços fundamentais de memória e resistência. O bilhete custa 12€.
Hewa Rwanda, Letre Aux Absents

Hewa Rwanda, Letre Aux Absents

Em Hewa Rwanda, Lettre Aux Absents, o artista ruandês Dorcy Rugamba confia aos seus filhos um testemunho intimista e doloroso sobre o genocídio dos tutsis em 1994, acontecimento histórico e pessoal que marcou de forma irreversível a sua trajectória humana e artística. No palco, o próprio Rugamba dá voz a este relato na primeira pessoa, num diálogo constante com o universo musical e a cumplicidade do multi-instrumentista senegalês Majnun. O espectáculo é falado em francês com legendagem em português e inglês, com bilhetes a 12€ e integração no programa Passe Cultura (com levantamento exclusivo na bilheteira física do teatro).
Brasil Origem Week

Brasil Origem Week

O Brasil Origem Week regressa à capital entre os dias 9 e 11 de Outubro, desta vez instalado no recinto do Chocolat Festival, na Cordoaria Nacional, em Belém. Depois de edições bem-sucedidas no Palácio da Bolsa, no Porto, além de passagens por Amsterdão e Madrid, o evento de matriz gastronómica volta a colocar em destaque a diversidade e a qualidade da produção artesanal brasileira. Ao longo de três dias de acesso totalmente gratuito, os visitantes podem degustar especialidades de produtores de norte a sul do Brasil, participar em workshops orientados por especialistas e assistir a conversas sobre sustentabilidade, valorização da origem e comércio justo. A iniciativa, idealizada pelo empresário Marco Lessa, junta a cultura do cacau e do chocolate de especialidade ao melhor dos sabores insulares e continentais do país irmão.
Macbeth

Macbeth

Depois de três anos fechado para obras, o Teatro Nacional D. Maria II reabre as suas portas com Macbeth, a mesma que estava em cena na fatídica noite de 2 de Dezembro de 1964, quando um incêndio deixou o teatro em ruínas, alimentando as lendas e superstições que sempre rodearam a tragédia de Shakespeare. Com tradução e encenação de Pedro Penim, esta nova produção desafia as velhas superstições do meio teatral e coloca nos papéis principais um elenco encabeçado por Bárbara Branco e José Raposo.
Mais longe que a coisa mais longe

Mais longe que a coisa mais longe

Os Artistas Unidos levam à cena um texto da dramaturga britânica Zinnie Harris, sob a encenação de João Meireles, que aborda a fragilidade do isolamento e o impacto do progresso humano. A acção situa-se numa das comunidades mais recônditas do mundo, onde a rotina se rege por um tempo próprio até à chegada de um estranho que introduz novas formas de poder, desejos latentes e a lenta ruína de um equilíbrio sustentado em crenças e silêncios. Quando o passado e a tensão interna deixam de poder ser contidos pela ilha, a erupção iminente de um vulcão obriga os habitantes a abandonar o único mundo que conhecem. O espectáculo conta com as interpretações de Andreia Bento, António Simão, Inês Pereira, Nuno Gonçalo Rodrigues e Pedro Carraca. Os bilhetes custam 12€ (7€ à terça-feira, Dia do Espectador).
The Dog Days Are Over 2.0

The Dog Days Are Over 2.0

Criado originalmente em 2014 pelo coreógrafo belga Jan Martens e recriado em 2025 com um novo elenco, The Dog Days Are Over afirmou-se como uma das produções mais emblemáticas da dança contemporânea europeia, acumulando mais de uma centena de apresentações internacionais. Partindo de uma premissa do fotógrafo Philippe Halsman – segundo a qual o acto de saltar faz cair a máscara social para revelar a verdadeira identidade –, a peça eleva o salto a dispositivo coreográfico central. Em cena, oito bailarinos submetem-se a uma partitura matemática e física de exaustão extrema, onde sequências contínuas de saltos colocam à prova a sincronização e a resistência. É precisamente no confronto entre a repetição mecânica e o cansaço acumulado que a uniformidade se desmorona, deixando a nu a fragilidade, o esforço e a individualidade de cada corpo. Para ver no Centro Cultural de Belém.
Mauser – Em tempo de traição as paisagens são belas

Mauser – Em tempo de traição as paisagens são belas

Neste encontro entre a encenadora Mónica Calle e o Grupo de Teatro do Técnico, as palavras de Heiner Müller dão corpo a uma batalha onde o indivíduo se apaga e a obediência esmaga o desejo. Entre pratos cozinhados em cena, copos de vinho partilhados, canções e o fumo de cigarros, a produção entrelaça a componente comunitária do trabalho com reflexões viscerais sobre o conflito, a violência, a morte e a urgência de fuga. A colectiva recolha de palavras e manifestos garante que nada fica por dizer antes de a paisagem final se fechar. Em cena de 13 a 17 de Setembro, domingo às 19.30 e de segunda a quinta-feira às 21.00, no Instituto Superior Técnico. O bilhete custa entre 5€ e 10€. As reservas de lugares são feitas directamente online através da plataforma oficial da companhia.
Apanha-me se puderes

Apanha-me se puderes

O Palácio da Quinta Alegre, integrado no projecto Um Teatro em Cada Bairro, abre as portas do seu jardim histórico para uma oficina sensorial de exploração da natureza pensada para maiores de seis anos. A cada mudança de estação, a actividade propõe aos mais novos uma descoberta atenta do espaço exterior, desafiando-os a explorar com as pontas dos dedos e o olhar bem treinado as diferentes texturas do palácio – desde a superfície fria dos azulejos ao relevo dos troncos e aos veios das folhas –, recolhendo elementos naturais para criar e observar. A actividade acontece a 12 de Setembro, às 15.00, e a participação é totalmente gratuita, estando sujeita a inscrição prévia obrigatória por e-mail ([email protected]).
Filminhos Infantis à Solta pelo País

Filminhos Infantis à Solta pelo País

Eles andam sem peias, de norte a sul, à boleia da Zero em Comportamento, responsável pela selecção de curtas-metragens. Este mês, o regresso às aulas marca também o regresso dos Filminhos às salas, um pouco por todo o país, com oito animações para assistir em família. Estão previstas quatro sessões de cinema em Lisboa, na Biblioteca do Goethe-Institut (12 Set, Sáb 15.00), no Auditório da Biblioteca Orlando Ribeiro (19 Set, Sáb 11.30), Cine-Teatro Turim (20 Set, Dom 11.00) e Biblioteca de Alcântara (26 Set, Sáb 15.00). Os bilhetes custam 3€.
Pokémon GO City Safari

Pokémon GO City Safari

O primeiro jogo para gameboy, um conceito original de Satoshi Tajiri, saiu em 1996. A exportação para o resto do mundo aconteceu entre 1998 e 2000 e foi um sucesso tão grande que deu origem a um fenómeno global sem precedentes, a que se deu o nome de Pokémania. Ainda hoje há novos lançamentos e, para quem já não se lembra, foi há dez anos, no Verão de 2016, que se deu a febre do Pokémon Go, um jogo de realidade aumentada desenvolvido pela Niantic, que pôs milhares de pessoas à caça pelas ruas da cidade. Agora, Lisboa vai ser transformada numa autêntica arena para caçadores de pokémons: a experiência Pokémon GO City Safari terá lugar nos dias 26 e 27 de Setembro. O evento fará parte de um fim-de-semana global de celebrações, que também decorrerá em simultâneo em Munique, Rio de Janeiro e Marselha, reunindo comunidades de Pokémon GO de todo o mundo. Para aceder às mecânicas exclusivas do evento (aparições de Pokémon especiais, bónus e missões), é necessário comprar um bilhete digital, por 10€, que dá direito a jogar durante um dia específico (ou dois dias, se comprar o complemento, por mais 8€).
A Night with Mr. Chardonnay

A Night with Mr. Chardonnay

O Palácio das Especiarias, no Chiado, transforma-se no cenário de um jogo de pistas ao vivo no dia 25 de Setembro com a apresentação de A Night with Mr. Chardonnay, um jantar-mistério onde a fronteira entre ficção e realidade desaparece. Sem palco nem plateia convencional, a experiência conta com a presença de cinco actores profissionais portugueses que se sentam lado a lado com os convidados durante todo o repasto. Ao longo de um jantar de cozinha tradicional portuguesa composto por três pratos, os participantes são desafiados a conduzir uma investigação em tempo real, interrogar os suspeitos sentados à mesa, resolver enigmas e desvendar o mistério da noite. A experiência conta com uma lotação de apenas 25 lugares e custa entre 135€ e 150€.
Lisbon Revisited – Dias de Poesia

Lisbon Revisited – Dias de Poesia

O Lisbon Revisited – Dias de Poesia está de volta à Casa Fernando Pessoa entre os dias 16 e 18 de Outubro. Nesta edição, a programação inclui a presença de poetas contemporâneos vindos do Brasil, da Hungria, da Palestina e de Portugal. Ao longo de três dias, teremos oportunidade de acompanhar as suas leituras e entrar na conversa sobre os processos, as referências e as questões que dão forma à escrita de cada um. Haverá ainda um concerto de Selma Uamusse, cantora com um percurso artístico marcado pelo cruzamento de culturas e estilos musicais. O bilhete custa entre 3€ e 6€.

News (3092)

No Yokocho de Tiago Penão, a estrela é o ramen feito de raiz, dos caldos à massa

No Yokocho de Tiago Penão, a estrela é o ramen feito de raiz, dos caldos à massa

O ramen, um dos maiores símbolos gastronómicos do Japão, tem as suas raízes no lamian chinês, um prato de noodles servido num caldo simples de carne, que ficou inicialmente conhecido como shina soba. Após a sua introdução por imigrantes chineses no século XIX, os cozinheiros japoneses não só reinventaram a receita, como a elevaram – dizemos nós e subscreve qualquer pessoa que já tenha provado um ramen a sério. Falamos de caldos profundos e complexos, como o tonkotsu à base de ossos de porco, e de uma grande variedade de acompanhamentos que transformaram a sopa de rua num fenómeno cultural à escala global. É em homenagem a esta rica tradição que o chef Tiago Penão se prepara para abrir o Yokocho, uma ramen-ya na Praça das Flores, que se quer autêntica e, portanto, purista, ao serviço de caldos límpidos e massa feita na casa. A ideia, faz questão de reforçar, é contrariar uma certa “democratização de ramen que não é ramen”; e, acima de tudo, honrar a gastronomia japonesa. “Quando vou a um vegetariano, não vou à espera que me sirvam um bitoque”, diz, provocador, antes de explicar que “o verdadeiro ramen leva sempre proteína animal”. “No Japão, [os restaurantes de ramen] são ramen-ya, que significa literalmente loja de ramen”, acrescenta o chef, que acredita que, apesar da oferta ser imensa, há muito ramen por aí que não é ramen. Entre as “raríssimas excepções”, está a Ramen House Aska, no Cais do Sodré. “Gosto imenso da Asuka”. Apesar de também servir uma alternativa vegana – à
D. Maria II volta a casa mas com o país dentro (e muitas mulheres)

D. Maria II volta a casa mas com o país dentro (e muitas mulheres)

O Teatro Nacional D. Maria II está encerrado para obras estruturais desde Janeiro de 2023. O projecto de intervenção envolveu o restauro, manutenção e renovação de várias zonas do edifício, com destaque para a antiga sala de cenografia, que agora abriga os escritórios e um jardim de Inverno. Esta quarta-feira, 24 de Junho, Rui Catarino, presidente do Concelho de Administração, e Pedro Penim, director artístico, abriram as portas para uma visita aos bastidores, que antecipa a reabertura em Setembro, depois dos já anunciados “ensaios de Verão”. “Estamos entre o que está a terminar e o que começa; entre um longo período em que tivemos serviço público de cultura sem o conforto deste edifício e o regresso, em Setembro, a este monumento nacional renovado; a memória de uma casa com 180 anos e a responsabilidade de a preparar para muitas décadas mais”, afirmou Rui Catarino, que destacou a importância de pensar o papel da instituição para a democracia e a sociedade – “uma sociedade de unidades livres, justas e sustentáveis”. “Um teatro nacional sem o seu edifício não deixa de ser teatro, mas deixa de poder confundir a sua missão com a sua morada. Isso transformou-nos.” Além da limpeza das fachadas, as cantarias foram recuperadas e foi instalada iluminação monumental com tecnologia LED no exterior do edifício. Já a zona de átrio, foi também reformulada para facilitar a entrada no edifício, com a bilheteira e a livraria num espaço único, também renovado – a livraria, por exemplo, tem ag
A Gleba já não é só uma padaria. Marca reforça aposta na cafetaria

A Gleba já não é só uma padaria. Marca reforça aposta na cafetaria

Estávamos em 2016 quando Lisboa viu nascer a Gleba, uma pequena padaria de fermentação natural em Alcântara. Passados dez anos e facturação de milhões, Diogo Amorim quer transformar os espaços da marca em locais de permanência onde o pão artesanal sirva de base a uma oferta pensada para todas as horas. “A mais recente etapa desta expansão acontece na loja do Estoril, que passa agora a integrar serviço de cafetaria”, lê-se em comunicado. Actualmente, a Gleba conta com cafetaria nas lojas do Estoril, de Cascais, Restelo, Parede, Almada, Telheiras, Príncipe Real, Saldanha, Parque Eduardo VII e Parque das Nações. Para acompanhar esta evolução, há também novos menus: o Menu Pequeno-Almoço (4,95€), o Menu Brunch (12,95€), o Menu Sanduíche (9,95€) e o Menu Bebida & Bolo (3,95€). Já entre as novidades na carta, destacam-se duas novas sanduíches: uma de pastrami, desenvolvida em parceria com o Kau BBQ, e uma receita renovada de BLT (bacon, alface e tomate).  “Esta evolução representa mais um passo na ambição da padaria de continuar a crescer sem perder aquilo que sempre a distinguiu: colocar pão de qualidade no centro da alimentação, agora também através de uma experiência de cafetaria cada vez mais completa”, lê-se na nota da Gleba, que também reforçou a oferta de café de especialidade, com uma selecção de grãos de origem torrados pelo RoastBerry Coffe Lab. As últimas de Comer & Beber na Time Out No Verão, aproveite os dias longos ao ar livre com as melhores esplanadas e os melhores
No 24 Club, a ideia é conquistar (a correr) todas as freguesias de Lisboa

No 24 Club, a ideia é conquistar (a correr) todas as freguesias de Lisboa

Bruno Claro, fundador do projecto Correr Lisboa, organiza treinos gratuitos em vários pontos de Lisboa há mais de dez anos. Agora, quer incentivar-nos a percorrer todas as 24 freguesias da cidade. Para isso, criou o 24 Club, um desafio de corrida gratuito, que inclui um ranking e oferta de descontos à medida que vamos conquistando zonas. “Não é uma corrida de um dia, nem existe um percurso único. Cada pessoa escolhe quando, onde e com quem”, esclarece Bruno, que está empenhado, sobretudo, em “usar o desporto para aproximar pessoas e fazê-las viver a cidade de outra forma”. A ideia, revela-nos, nasceu de uma constatação muito simples depois de mais de uma década a correr por Lisboa: quem corre costuma fazê-lo quase sempre nos mesmos locais. Para participar, basta criar uma conta gratuita e registar as corridas manualmente, exportando um ficheiro GPX, ou associar a aplicação Garmin Connect, que faz o registo de forma automática, contabilizando os dados fornecidos pelo GPS, que são necessários para validar cada conquista. Quanto aos percursos, nada tema, que são sempre privados. Servem apenas para validar o progresso. Actualmente, Vítor Tavares Marques é o único corredor que já conquistou as 24 freguesias de Lisboa. O próprio Bruno ainda não conseguiu a proeza: faltam-lhe oito. “O objectivo a longo prazo é, no entanto, bastante maior do que completar 24 freguesias”, assegura. “Queremos criar razões para alguém ir correr a uma freguesia onde nunca esteve, descobrir um jardim, uma
Festival Política, de volta em Setembro, muda-se para São Vicente

Festival Política, de volta em Setembro, muda-se para São Vicente

O Festival Política, evento dedicado aos direitos humanos e à cidadania em Portugal, regressa a Lisboa entre os dias 24 e 25 de Setembro. Este ano, depois de perdido o apoio prévio da Câmara Municipal, muda-se o recinto do Cinema São Jorge para os equipamentos da Junta de Freguesia de São Vicente, com quem a organização firmou uma parceria para esta 10.ª edição, que nasce em co-produção também com a Associação Isonomia e ocupará não um, mas vários espaços. A programação, essa, será toda de entrada gratuita e foi construída em torno dos 50 anos da aprovação da primeira Constituição da República Portuguesa. Na agenda, o destaque vai desde logo para a intervenção política dos cidadãos, com uma oficina-debate no primeiro dia, 24 de Setembro às 17.00, para “Mapeamento Coletivo do Bairro Azul”, que dará voz a narrativas de moradores desse bairro de São Vicente. No dia seguinte, 25 de Setembro às 18.00, promove-se “Mapa da Cidade”, oficina de cartografia da freguesia de São Vicente com António Brito Guterres e Emma Andretti. Segue-se, a 26 de Setembro, pelas 16.00, uma apresentação e discussão colectiva aberta ao público a partir do resultado dessas duas actividades. Ainda no dia 26, mas de manhã, às 11.00, estão previstas duas oficinas: uma fará uso d’A Constituição em Cartas, um baralho ilustrado sobre direitos, liberdade e imaginação, pensada para crianças a partir dos seis anos e suas famílias; e outra dedicada à expressão verbal e corporal através de jogos teatrais e de improv
A carne perfeita no pão perfeito: Mr. Bifana abre no Time Out Market de Nova Iorque

A carne perfeita no pão perfeito: Mr. Bifana abre no Time Out Market de Nova Iorque

A bifana portuguesa acaba de conquistar um lugar cativo na cidade que nunca dorme. Após o sucesso estrondoso na Portugal House durante o Mundial de Futebol, com milhares a fazerem fila só para comer “A febra perfeita no pão perfeito”, o Mr. Bifana tem agora o seu próprio espaço no Time Out Market de Nova Iorque. “Esta história dava cinco ou seis minutos de podcast”, avisa-nos Fernando Vaz ao telefone, directamente de Brooklyn, onde tem estado ocupado a ser embaixador da sandes mais famosa de Portugal. “Gotch-ya”, ouvimo-lo dizer do outro lado. Pouco tempo depois, volta a dedicar-nos a sua atenção. São mais 20 minutos do que o prometido para nos contar a sua aventura nos Estados Unidos. Vaz estava no Bahrein, com a TAP, quando a pandemia acabou com a sua carreira na aviação. Seria o princípio de um novo projecto de vida, mas ainda não sabia. Por isso, recua uns anos na história, para quando teve oportunidade de fazer um intercâmbio na Nova Zelândia, durante a sua licenciatura em Gestão na Universidade Nova de Lisboa. “Foi o meu primeiro ‘abre-olhos’. Depois do curso, comecei a trabalhar num quiosque na Avenida da Liberdade para poupar dinheiro para uma viagem pelo mundo, que fiz com dois amigos. Durou oito meses, com cerca de dez dólares por dia, sempre a acampar e à boleia, a dormir em casa de outras pessoas. Quando chegou ao fim, resolvi tirar uma licença de aviação, para ser piloto”, recorda. O sonho não se cumpriu, já sabemos, mas, habituado a desenrascar-se além-fronteira
Neste novo sports bar, pode jogar golfe em menos de 60 minutos

Neste novo sports bar, pode jogar golfe em menos de 60 minutos

E se lhe desse vontade de jogar golfe a meio do dia? Sempre quis experimentar mas sente-se intimidado pela etiqueta de campo? O Downtown Golf, que abriu recentemente no Areeiro, pode muito bem ser a solução. Além de um sports bar, tem sete simuladores da TrackMan, que permitem rastrear com extrema precisão o movimento do taco e o voo da bola, entre outras métricas que ficam associadas à sua conta e podem ser consultadas em qualquer lugar. A ideia é ter acesso a dados reais sobre a sua prática, que o possam ajudar a evoluir. Mas se quiser só ir jogar com a família e os amigos também pode. “Hoje em dia, uma pessoa que queira jogar 18 buracos num campo qualquer tem de contar, na melhor das hipóteses, com 20 minutos para ir e 20 minutos para voltar. Depois ainda tem de alocar quatro a cinco horas para estar a jogar. Aqui, estando no centro de Lisboa, se calhar a deslocação são só cinco minutos, e para jogar 18 buracos sozinho é preciso 40 a 45 minutos, no máximo 60”, diz-nos o sócio Martim Spratley, que se confessa mais entusiasmado com a vertente de sports bar. “Podemos convidar um amigo ou outro, vir cá ao final do dia, fazer 18 buracos ou ficar a conviver, a ver desporto nas televisões.” Não é o primeiro espaço a oferecer golfe indoor em Portugal – a FitGolfe, em Odivelas, também conta com uma sala com simulador TrackMan –, mas diz quem percebe da coisa que é provavelmente a primeira com estas condições. São 630 metros quadrados, diz-nos o responsável comercial Gonçalo Lobo Na
Hinô Brunch: não é na Ásia, é em Belém (e tem pratos para todas as horas)

Hinô Brunch: não é na Ásia, é em Belém (e tem pratos para todas as horas)

Quando chegamos, já não há lugares no interior. Cá fora, a esplanada também está cheia. Assim que vaga uma, sentamo-nos. Ying Cui, a proprietária, serve às mesas e pede desculpa por não conseguir sentar-se um pouco a conversar. A partir das quatro da tarde, é difícil parar. Desde que abriu portas no início deste ano que o Hinô não tem passado despercebido. A carta inclui doces e salgados, tudo de inspiração asiática. O best-seller são as panquecas japonesas. Muito fofas e altas, estão disponíveis em quatro versões e dão a sensação de estar a comer nuvens. “Sou originalmente de Pequim, na China. Vivi em Macau, Hong Kong e na América Latina e viajei bastante antes de me mudar para Lisboa há mais de três anos”, partilha Ying por mensagem, já no final do dia. Diz que se apaixonou pela história e pela luz, mas queria criar um espaço “mais calmo e acolhedor, um lugar onde as pessoas quisessem abrandar”. No fundo, um oásis no meio da azáfama de Belém. “Senti que havia espaço para um café asiático que não entrasse em competição directa com os cafés e pastelarias tradicionais portuguesas, nem com a crescente oferta de brunch ocidental.” Rita ChantreYing Cui, proprietária do Hinô, em Belém No Hinô, as tostas abertas (12,80€-13,80€) são “Hong Kong Style”, com frango, vaca ou atum, e as bebidas de assinatura são excepcionalmente doces. Há desde chás com leite – o mais pedido vem com um ursinho de gelo (5,80€) – até smoothies de fruta e iogurte, como o Verão de Miyazaki (7€), entre mais
Na REŸS, cada gelado é uma viagem pelo mundo

Na REŸS, cada gelado é uma viagem pelo mundo

Estávamos em 2020 quando Jean-Pierre, um professor universitário francês, teve um sonho inusitado: viu-se a servir gelados no topo de Paris. Quando acordou, resolveu viajar para Itália, para aprender a arte do gelado artesanal na Toscânia. Dois anos depois, inaugurou a primeira REŸS, no bairro parisiense do Marais. Em Portugal, a estreia aconteceu no Verão do ano passado, em Campo de Ourique. “Um dos melhores gelados que já tive o prazer de comer”, “combinação de sabores muito singular”, “uma das melhores experiências que já tive em Lisboa”, lê-se pela Internet. Passado um ano, a equipa da Time Out decidiu descobrir a razão para tantas críticas positivas. Não é uma gelataria qualquer. Além de uma esplanada com sombra, tem capacidade para receber mais de duas dezenas de clientes no interior e é “work-friendly”, como se lê à porta, num quadro de ardósia, que também anuncia um menu de degustação. Lá dentro, já há alguém ao computador, enquanto come gelado. Pouco tempo depois, chega uma senhora: “Está cá? Pediu uma ou duas bolas?”, pergunta. “São clientes habituais”, explica-nos a responsável da loja. Chama-se Mitza Mendes, é cabo-verdiana, mas vive em Lisboa há anos e ajudou Jean-Pierre a tratar das burocracias. “Quando nos conhecemos, houve logo um clique. A minha entrevista demorou umas três horas e depois fui para França, com mais duas colegas, para aprender a fazer os gelados.” Rita ChantreREŸS, em Campo de Ourique A abertura em Lisboa demorou o seu tempo – o espaço esteve
Manteigaria chega ao centro histórico de Sintra

Manteigaria chega ao centro histórico de Sintra

O famoso sino da Manteigaria já toca no centro da vila de Sintra. A marca de pastéis de nata acaba de inaugurar uma nova fábrica em plena Praça da República, no antigo edifício dos correios, junto à Torre do Relógio. À semelhança do que acontece nas restantes lojas, os visitantes e residentes podem assistir através do vidro a todo o processo de confecção dos bolos, do estender da massa ao recheio, e prová-los saídos do forno. “Sintra é paragem obrigatória para quem visita Portugal e, por isso, fazia sentido ter aquele que é um dos mais famosos elementos da nossa gastronomia. Estar em Sintra era um desejo antigo e, assim que surgiu a oportunidade, não hesitámos em marcar presença numa das vilas mais bonitas e icónicas do país”, explica o director-geral da marca, Jaime Soares, citado em comunicado. O espaço está aberto todos os dias, entre as 08.00 e as 20.00. Além dos pastéis de nata, há serviço de cafetaria, com café, vinho do Porto, ginja e capilé. A pastelaria dispõe ainda de caixas ilustradas para take-away e entregas através da plataforma UberEats. A Manteigaria – Fábrica de Pastéis de Nata foi fundada em 2014 e a sua casa-mãe está localizada no Chiado, no número 2 da Rua do Loreto. Esta nova localização a primeira morada da Manteigaria em Sintra, juntando-se a um ecossistema que conta com 13 fábricas na Grande Lisboa (incluindo uma no Time Out Market), quatro no Porto e uma em Braga, para além da expansão internacional com espaços em Espanha, França, Macau e Hong Kong.
Este projecto convida-o a escrever uma carta para o seu “eu do futuro”

Este projecto convida-o a escrever uma carta para o seu “eu do futuro”

O que diríamos ao nosso “eu do futuro” se tivéssemos oportunidade? Que votos faríamos para nós mesmos, ou para alguém de quem gostamos, ou para o mundo, para daqui a um, cinco ou dez anos? É este o desafio-pergunta lançado pela Lisbon Affair, uma casa de experiências no bairro de Alvalade. A ideia é recuperarmos a escrita à mão e escrevermos Cartas para o Futuro/Letters for the Future, que serão posteriormente enviadas para os respectivos destinatários. O projecto tem lançamento marcado para 15 de Agosto, entre as 11.00 e as 21.00. Depois disso só por marcação. Estávamos em Dezembro de 2024 quando Patrícia abriu as portas da Lisbon Affair. Nessa altura já tinha experiência – ao longo dos anos recebera muitos estrangeiros na sua própria cozinha, para os ensinar a fazer um bom pastel de nata –, mas sobretudo muita vontade de fazer crescer o negócio. Quem nos conta a história é Leonor Morgado, a gerente do espaço em Alvalade. Patrícia prefere manter-se no anonimato. Aparece apenas para nos cumprimentar e depois deixa-nos à vontade, como se estivéssemos em nossa casa. Há uma cozinha, mas também uma sala de estar e de refeições, tudo em open space. “No início, depois de decidir que era preciso redefinir o que queria fazer, a Patrícia costumava encaminhar os seus clientes para outros negócios, mas depois pensou que o que gostava mesmo era de abrir o seu próprio espaço. Não poderia ter sido noutro sítio que não neste bairro, que continua muito autêntico”, partilha Leonor. “Além de a
Scoop 'n Dough is among Europe's Best Vegan Ice Cream spots

Scoop 'n Dough is among Europe's Best Vegan Ice Cream spots

Scoop 'n Dough, which specializes in handcrafted vegan ice cream and donuts, has been highlighted by HappyCow as one of the best vegan ice cream spots in Europe. The selection, announced on social media, was made based on community ratings, review volume, and an exclusive dedication to plant-based concepts. “Europe has an incredible vegan ice cream scene, and most people have no idea. These eight shops are proof of that,” reads HappyCow's post. Created by Eric Brent in 2011, the platform is dedicated to promoting vegan, vegetarian, and healthy food brands and establishments across Europe. Access is free for users, who can also contribute content. In addition to Cascais’s Scoop 'n Dough, HappyCow recognized Veganista Ice Cream (Vienna), AMMA Gelato (Barcelona), Gelato Giusto (Milan), IceLab NiceCream Creations (Antwerp), Green Scoop Vegan (Berlin), Eisbrunnen Vegan Ice Cream (Munich), and Enila Plant Based Ice Cream (Basel). This is not the first time Scoop 'n Dough has been recognized. In 2020, HappyCow awarded it first place in its selection of the best vegan donut spots in the world. In 2022, the platform distinguished the Portuguese brand once again with top spot in its list of “The World’s 10 Best Vegan Ice Cream Shops.” See also: Melt – Cascais' new bakery cuts down on sugar, but never on flavour Also: The best things to do in Cascais in August More news: keep up with the latest news from Cascais