Se não fosse jornalista, seria contadora de histórias. Como é mais ou menos a mesma coisa, decidiu que faria da redacção a sua segunda casa. Depois de uma passagem pela secção de Ciência do Público em 2017, onde aprendeu que ser séria não é ser sisuda, aventurou-se pelo jornalismo de lifestyle com a extinta revista Epicur. Pouco depois, mudou-se de malas e bagagens para a Time Out. Já lá vão cinco anos e ainda há tanto por contar. Se depender dela, nenhuma família ficará sem saber o que há para fazer e ver na cidade. É verdade, também se pela por um bom livro e faz questão de partilhar as novidades e os melhores sítios para abastecer a estante. E, se o dia não estiver simpático, das duas uma: ou à mesa ou na sala de espectáculos, fica o encontro marcado. Na Internet, podem encontrá-la aqui.

Se a quiser importunar ou tiver segredos para partilhar, é enviar e-mail ([email protected]). 

Raquel Dias da Silva

Raquel Dias da Silva

Jornalista, Time Out Lisboa

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Coisas para fazer em família este fim-de-semana em Lisboa (e arredores)

Coisas para fazer em família este fim-de-semana em Lisboa (e arredores)

Os fins-de-semana em família são sempre valiosos e nem o tempo mais fresquinho nos tira a vontade de andar no laréu – e prometemos que também há boas opções indoor. Aqui, as propostas para calorentos e friorentos têm uma coisa em comum: prometem gastar as pilhas dos mais novos até ser hora de ir para a cama. Entre exposições, oficinas e espectáculos – com destaque para o Halloween, que domina a agenda este fim-de-semana –, não faltam ideias de coisas para fazer com os miúdos este sábado e domingo. Se quiser mais, tome lá as melhores coisas para fazer em Lisboa com crianças. Recomendado: Os melhores museus para crianças em Lisboa
As melhores coisas para fazer com crianças este mês em Lisboa (e arredores)

As melhores coisas para fazer com crianças este mês em Lisboa (e arredores)

O Outono já chegou e os dias estão mais curtos, mas não se preocupe, que a agenda continua ao rubro e o que não falta em Lisboa são coisas para fazer com crianças. Para aproveitar os tempos livres da melhor maneira, reunimos um generoso rol de sugestões, desde espectáculos de teatro e concertos até oficinas criativas, workshops para gulosos e gulosas, exposições mais ou menos interactivas e, claro, actividades dentro de portas (não vá a chuva dar um ar da sua graça). Junte a família e comece a planear tudo o que pode fazer em Lisboa (e arredores) em Novembro de 2026. Recomendado: Museus para crianças em Lisboa? São mais que as mães
O que fazer no Halloween em Lisboa: cinema, passeios e menus temáticos

O que fazer no Halloween em Lisboa: cinema, passeios e menus temáticos

O Halloween está aí e Lisboa promete voltar a ser palco de eventos assombrados que não vão deixar ninguém metido em casa – só mesmo os mais assustadiços. Dos ciclos de cinema de terror aos jantares temáticos, passando por visitas nocturnas a palácios amaldiçoados, Lisboa não poupa esforços na hora de celebrar o Dia das Bruxas, na última noite de Outubro. Quer procure um programa em família, uma happy hour ou uma pista de dança até de madrugada, reunimos as melhores propostas para celebrar o Halloween na cidade. Vista-se a rigor e siga o nosso roteiro. Recomendado: As melhores festas de Halloween em Lisboa
As melhores peças de teatro e dança em Lisboa

As melhores peças de teatro e dança em Lisboa

Em Lisboa, não faltam opções para ir ao teatro, muitas delas com preços bem apetecíveis (olá, dia do espectador). Mas algumas estão tão pouco tempo em cena que é preciso correr, já que nunca se sabe se (e quando) são repostas. Entre companhias históricas e emergentes, encenadores e actores conhecidos e até os que ainda estão a tentar conquistar o seu lugar, encontra-se um generoso conjunto de peças de teatro e dança a não perder em Novembro. Aqui ficam as nossas sugestões, para que na hora de escolher seja tudo mais fácil. Bom espectáculo! Recomendado: As melhores coisas para fazer em Lisboa esta semana
Os melhores museus para crianças em Lisboa

Os melhores museus para crianças em Lisboa

É uma grande injustiça dizer que a palavra museu cheira a mofo. Mas se começou por arrastar os miúdos para uma exposição interminável que interessa apenas a adultos... é bem possível que o programa enfrente uma certa resistência. Não desanime. Um roteiro museológico não tem de ser um programa aborrecido, muito pelo contrário. Fomos à procura dos melhores museus para crianças em Lisboa. Para ir ao passado e ao futuro, sem sair do presente. Há museus que guardam memórias de outros tempos, outros que fazem uso da imaginação. Uns dedicam-se às pinturas, outros às instalações, por vezes interactivas, e outros ainda ao insólito. Divirtam-se!  Recomendado: Fim-de-semana perfeito em família
11 sítios assombrados em Lisboa e arredores para visitar (ou evitar)

11 sítios assombrados em Lisboa e arredores para visitar (ou evitar)

Está alguém aí? É esta a pergunta-chave da ficção de terror e uma das frases a evitar em casas assombradas da vida real (nos filmes costuma ser tiro e queda). Mais vale não arriscar, mesmo que não acredite em bruxas, porque, como se costuma dizer... que las hay, las hay. É a pensar nisso, aliás, que lançamos o desafio: visitar Lisboa assombrada, mas não só. Fizemos um roteiro especial de sítios que podem ser considerados impróprios para almas mais assustadiças, do centro da capital até Sintra, e que podem ser visitados durante todo o ano, mas dão um belíssimo programa de Halloween. Recomendado: Guia completo para o Halloween em Lisboa
Os melhores museus com jardim em Lisboa e arredores

Os melhores museus com jardim em Lisboa e arredores

Dar uma mão à cultura e outra à natureza é fácil quando o destino é um museu com jardim. Lisboa e Cascais estão cheias de espaços que combinam exposições interessantes com recantos verdes perfeitos para uma pausa. A proposta é simples: visitar as mostras em cartaz e aproveitar o jardim para esticar as pernas, ler um livro ou tomar um café ao ar livre – a ordem fica ao gosto de cada um. Entre arte e natureza, estes museus com jardim convidam a abrandar o ritmo e transformar uma visita cultural num programa completo. Recomendado: Visitas aos museus de Lisboa dentro de casa
As melhores casas-museu para visitar em Lisboa

As melhores casas-museu para visitar em Lisboa

Algumas são casas, outras museu, outras casas-museu. A denominação varia, mas todas têm em comum o facto de exibirem o acervo de antigos e ilustres inquilinos, proprietários ou coleccionadores que as mandaram construir só para lá pôr o seu espólio. E há muito para conhecer e aprender no seu interior. Poderá, por exemplo, travar conhecimento com preciosidades como a cómoda que fazia parte do quarto de Fernando Pessoa, a quase intocada casa de Amália Rodrigues, ou a morada de um decorador que privou não só com a fadista como também com Coco Chanel, Maria Callas, Truman Capote e Henry Kissinger. Recomendado: Museus grátis em Lisboa e arredores
O que fazer no Dia Internacional dos Museus em Lisboa (e arredores)

O que fazer no Dia Internacional dos Museus em Lisboa (e arredores)

É o ponto alto do ano para estes espaços dedicados à arte e ao património. Na segunda-feira, 18 de Maio, assinala-se o Dia Internacional dos Museus, mas as iniciativas começam antes, para aproveitar todo o fim-de-semana de 16 e 17. Há visitas guiadas, oficinas e até um baile barroco. Isto para não falar nas exposições que esta semana inauguram e que reforçam ainda mais o convite: são dias para visitar os museus da cidade. Alguns vão mesmo ser de entrada livre, enquanto outros estendem o horário e fazem a festa pela noite dentro. Recomendado: Os melhores museus em Lisboa
Dia dos Monumentos e Sítios: coisas grátis para fazer em Lisboa (e arredores)

Dia dos Monumentos e Sítios: coisas grátis para fazer em Lisboa (e arredores)

Entradas gratuitas, visitas guiadas e passeios pouco óbvios pela cidade. Este sábado, 18 de Abril, assinala-se o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios. E há dezenas de actividades agendadas, pensadas a partir do tema “Património vivo: resposta de emergência em contextos de conflitos e desastres”. Na plataforma de divulgação, promovida pelo Património Cultural, I.P., é possível consultar a agenda em constante actualização e fazer uso de diferentes filtros, incluindo localização. Mas, porque a vida já é difícil que chegue, damos uma ajudinha. Para o orientar, traçámos este roteiro completo para se armar em turista sem sair de Lisboa. Ponha-se nos sítios. Recomendado: 7 museus com jardim em Lisboa
Alkantara Festival: 12 espectáculos a não perder

Alkantara Festival: 12 espectáculos a não perder

Nasceu como Danças na Cidade em 1993, mas mais de 30 anos depois muito mudou. Desde 2006 que se chama Alkantara Festival, e tem-se consagrado como um espaço de encontro entre dança, teatro e performance internacional, onde se pensam e debatem as urgências do mundo contemporâneo. Este ano, o festival ocupa várias salas de Lisboa – da Culturgest às Carpintarias de São Lázaro, passando pelo renovado CAM e pelo TBA – com criações que abordam temas como a liberdade da geração pós-genocídio tutsi, os corpos não normativos, os movimentos migratórios e a diáspora africana. Dos 17 espectáculos programados, escolhemos 12 a não perder. São os destaques desta edição. Recomendado: As melhores peças de teatro em Lisboa para ver este mês 
18 mercados de Natal na Europa que valem a viagem

18 mercados de Natal na Europa que valem a viagem

Há quem tema o frio e os dias chuvosos dos meses no Inverno, mas o que não falta por essa Europa fora são destinos com luzinhas cintilantes, produtos artesanais e copos de glögg a fumegar que nos ajudem a ultrapassar a época. Os mercados de Natal são locais cheios de alegria – é impossível negá-lo. Das ruas empedradas de Edimburgo, na Escócia, ao quentinho do Funchal, na Madeira, há pequenas praças que se vestem para o Natal e espalham o ambiente de festa à sua volta. Já escolheu qual destas 18 cidades vai pedir ao Pai Natal para visitar? Recomendado:🎄O melhor do Natal em Lisboa

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Na sombra de Drácula

Na sombra de Drácula

Com texto, encenação e direcção musical de João Pedro Santos, esta farsa cómica de Halloween revisita as convenções do terror infantil ao colocar em cena a grande cerimónia que premeia anualmente as criaturas mais temíveis da noite de bruxas, habitualmente conquistada sem sobressaltos pelo Conde Drácula. Inconformados com a hegemonia do mano mais velho, o trio dissidente formado por Brácula, Crácula e Frácula refugia-se num covil secreto para tramar uma conspiração mirabolante destinada a roubar-lhe o ceptro e renovar a simpatia das crianças do mundo inteiro, desencadeando um festival de poções falhadas, tropeções de linguagem e mal-entendidos grotescos que desmontam a solenidade dos monstros num registo teatral acessível a grandes e pequenos. O bilhete custa 8€ para crianças e 10€ para adultos. Em cena até 1 de Novembro, na Boutique da Cultura.
Aurora, A Bela Adormecida

Aurora, A Bela Adormecida

O que terá sonhado Aurora durante os cem anos em que esteve a dormir? Inspirado no conto de Charles Perrault, este espectáculo de Paulo Lage para a infância propõe responder a essa pergunta através de uma viagem poética e sensorial. Em palco, corpos, sons, imagens e palavras juntam-se para fazer o tempo abrandar e dar forma à imaginação,mantendo a marca do encenador de integrar o texto falado numa linguagem visual e física. Os bilhetes custam 7,50€ para crianças, 9,50€ para adultos e 15€ na modalidade conjunta de adulto e criança. Para ver entre 31 de Outubro e 1 de Novembro, sábado às 16.30 e domingo às 11.00, na Casa do Coreto.
Uma Flauta Mágica

Uma Flauta Mágica

O que fazem as crianças quando vão à ópera pela primeira vez e que história contam depois? É a partir desta questão que o Colectivo de Fantochada concebeu Uma Flauta Mágica, produção para maiores de seis anos que desconstrói a obra de Wolfgang Amadeus Mozart para brincar com as expectativas do público sobre o enredo, as personagens e a própria convenção lírica. Em palco, um elenco jovem interpreta a partitura cantada em alemão com o acompanhamento de uma orquestra de câmara ao vivo, enquanto as legendas projectadas em português assumem o papel de uma personagem autónoma que subverte o relato tradicional e narra a sua própria versão dos acontecimentos. Para ver de 31 de Outubro a 1 de Novembro, sábado 21.00 e domingo 16.00, na Escola Secundária António Damásio. O bilhete custa entre 12,50€ e 18,75€.
O Principezinho – O Musical

O Principezinho – O Musical

Distinguida em Madrid com o prémio de Melhor Espectáculo Internacional de Teatro Infantil, a adaptação cénica de O Principezinho transporta a célebre novela de Antoine de Saint-Exupéry para a linguagem do teatro musical. A acção arranca com a aterragem forçada de um aviador no deserto do Sara, cenário onde surge o Principezinho, um rapaz de cabelos dourados que lhe pede um desenho de uma ovelha e relata a sua travessia por planetas excêntricos. Entre composições cantadas e diálogos directos, desfilam em cena figuras incontornáveis como a Rosa caprichosa, a Raposa, a Serpente, o Acendedor de Candeeiros e o Rei solitário, desmontando as vaidades do universo adulto através de uma narrativa ritmada sobre empatia, laços afectivos e a perda da inocência.
Bicholé

Bicholé

Inspirado no Carnaval dos Animais de Camille Saint-Saëns, todos os bichos foram convidados para uma festa muito especial. Os sons nascem ao ritmo do corpo: há passos gravíssimos de Bicholás, bicadas agudíssimas de Bicholis, rugidos fortes de Bicholós e saltinhos inquietos de Bicholus. Entre luz, cor e movimento, os bebés são também convidados a entrar neste jogo de sons e sensações e, juntos, transformam esta celebração numa música viva, doce e colorida para todos os Bicholés. Em cena de 7 a 21 de Novembro, sábado às 10.00, na Boutique da Cultura. O bilhete custa entre 7€ e 10€.
Pocahontas – O Musical

Pocahontas – O Musical

Fiel à tradição das suas superproduções musicais vocacionadas para várias gerações de espectadores, o encenador Filipe La Féria leva à cena Pocahontas – O Musical no palco do Teatro Politeama, recriando o encontro histórico entre a filha do chefe nativo norte-americano e os colonizadores ingleses que cruzaram o Atlântico. Entre momentos corais, coreografias enérgicas e apontamentos de humor, o espectáculo articula cenários móveis de grande escala e projecções multimédia para transportar o público desde as florestas virgens do Novo Mundo até aos salões faustosos da corte londrina de Jaime I. Pelo meio, convida-se a uma reflexão sobre preservação ecológica, diversidade cultural e a força diplomática do diálogo.
O Feiticeiro de Oz – Um Musical Pop

O Feiticeiro de Oz – Um Musical Pop

Com direcção artística de Henrique Feist e banda sonora original concebida por FF e Miguel Amorim, a Artfeist leva à cena uma nova adaptação de O Feiticeiro de Oz, convertendo a narrativa clássica de L. Frank Baum num musical pop de contornos contemporâneos pensado para todas as gerações. Com texto, letras e encenação de Valter Mira e coreografia de Rodrigo Grilo, o espectáculo reconstitui a viagem de Dorothy rumo à Cidade Esmeralda ao lado do Espantalho, do Robô de Lata e do Leão Cobarde, convocando para o palco um elenco que reúne intérpretes como David Gomes, Eva Stuart, Filipa Azevedo, Filipa Saavedra, Pedro Simões, Sara Brás, Sara Madeira e Tomás Eira, num formato cénico dinâmico centrado na coragem, na amizade e na redescoberta do sentido de pertença.
A Pequena Sereia no Gelo

A Pequena Sereia no Gelo

Instalada na tenda da AM Arena, junto ao Centro Comercial Alegro Alfragide, a nova produção da AM Live leva à pista de gelo A Pequena Sereia, introduzindo pela primeira vez nos seus espectáculos o acompanhamento permanente de uma banda ao vivo. Protagonizada por Soraia Tavares, Tiago Teotónio Pereira e Ricardo Soler, a peça cruza a patinagem artística e a linguagem da comédia musical com uma mensagem contemporânea centrada na conservação dos oceanos. A protagonista, essa, é a sereia que conhecemos e que não só resgata um príncipe durante uma tempestade polar, como abdica da própria voz junto da Bruxa do Mar para conseguir caminhar em terra firme.
Os macaquinhos do meu sótão

Os macaquinhos do meu sótão

Partindo das pequenas peripécias que preenchem a rotina doméstica – do desgosto imediato perante um brinquedo partido ao riso disparatado provocado pela espuma da pasta de dentes –, a criação cénica Os Macaquinhos do Meu Sótão utiliza uma abordagem visual e interactiva para ajudar os mais pequenos a reconhecer e verbalizar sentimentos comuns como a alegria, a tristeza, o medo, a raiva ou a ternura. Através de uma cenografia cromática que associa cada estado de humor a uma tonalidade distinta, o espectáculo convida o público da primeira infância a explorar a metáfora da cabeça enquanto sótão povoado por ideias inquietas, transformando gestos quotidianos banais em ferramentas práticas de literacia emocional e cumplicidade familiar.  Em cena na Casa do Coreto, de 21 a 29 de Novembro, sábado às 16.30 e domingo às 11.00. O bilhete custa entre 7,50€ e 15€.
As cartas do Pai Natal

As cartas do Pai Natal

Com texto e encenação assinados por Tiago de Almeida, As Cartas do Pai Natal aposta num registo musical e interactivo concebido para maiores de três anos. A protagonista é uma menina cuja correspondência postal com o Pólo Norte desencadeia uma expedição pelo imaginário da época natalícia. Para assegurar que o célebre trenó levanta voo a tempo da distribuição nocturna de presentes, a protagonista une esforços com uma comunidade de elfos e com o prestável Urso Polar, assistente principal do Pai Natal, enfrentando as armadilhas de um grupo de duendes dissidentes através de canções cantadas ao vivo, diálogos participativos com a plateia e adereços visuais que convidam as crianças a intervir no desenlace da trama. Em cena na Boutique da Cultura de 7 a 21 de Novembro, sábados às 15.00, o bilhete custa 10€.
Uma Aventura – A Exposição

Uma Aventura – A Exposição

Composta por 69 capas de livros, em grande formato, e respectivas sinopses, bem como painéis sobre as personagens e autoras, esta exposição – patente no Centro Académico do Caleidoscópio – funciona como uma verdadeira “linha do tempo”, desde a primeira publicação em 1982, com Uma Aventura na Cidade. Para as crianças de outrora e para as que só agora começam a ler, presta-se assim homenagem à colecção infanto-juvenil de maior longevidade e sucesso em Portugal.
Festival de Jogos de Tabuleiro

Festival de Jogos de Tabuleiro

Inspirado pelo artigo 31.º da Convenção sobre os Direitos da Criança, que defende e promove o direito a brincar, o Festival de Jogos de Tabuleiro está de volta ao Pavilhão de Portugal, de 14 a 15 de Novembro, com um catálogo alargado de títulos para todas as faixas etárias. Desde a sua estreia em 2022 que tem sido ponto de encontro para entusiastas experientes e principiantes. Um programa acessível e divertido para fazer em família. O bilhete custa 2€ para adultos, com entrada gratuita até aos 17 anos, inclusive.

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Esta plataforma reúne mais de 800 workshops de norte a sul do país

Esta plataforma reúne mais de 800 workshops de norte a sul do país

Diogo Infante do Carmo faz surf desde os 11 anos e dá aulas desde os 15. Hoje, ajuda também pequenos empreendedores, de ceramistas a profissionais da culinária, a dar a conhecer o seu trabalho através de workshops. Ao mesmo tempo, facilita a vida a quem quer aprender algo novo, ajudando a descobrir as melhores actividades para fazer nas suas cidades. Para isso, co-fundou, com Thomas A., a Hands On, uma plataforma que reúne mais de 800 experiências ao vivo e em comunidade, de norte a sul do país. Formado em Turismo, Diogo estava a trabalhar numa empresa de gestão de apartamentos quando decidiu que, perante a crise da habitação, não tinha interesse em continuar – de certa forma, sentia-se cúmplice da especulação imobiliária. “Eu próprio dificilmente poderia comprar ou alugar uma casa, e comecei a pensar no que é que eu poderia fazer que funcionasse como marketplace e ajudasse o consumidor final, mas que também estivesse de facto alinhado com os meus valores”, explica-nos, através de videochamada. Com presença em sete zonas – Porto, Lisboa, Cascais, Sintra, Setúbal, Alentejo e Algarve –, a Hands On funciona essencialmente como um directório de experiências, divididas em nove categorias: artes e ofícios, comida e bebidas, casa e DIY, plantas e animais, mente e alma, desporto e fitness, música e espectáculos, fotografia e vídeo, e competências linguísticas e empresariais. Na prática, o que é que isto significa? Que agora ficou mais fácil descobrir, num único site, onde podemos apr
Livraria Lulendo estreia-se como editora com livro infantil de Lázaro Ramos

Livraria Lulendo estreia-se como editora com livro infantil de Lázaro Ramos

A Lulendo, que nasceu como uma livraria online e um projecto cultural dedicado à promoção da literatura e da cultura africana e do Sul Global, estreia-se agora como editora, com a publicação de dois livros infantis: Descobrindo a Minha História – A Incrível Aventura de Aster e Jaser, do conhecido actor, director e escritor brasileiro Lázaro Ramos, e Duni e Sika, de Ricardo Barros, um novo autor guineense. “O mercado é muito agressivo, altamente competitivo e nem sempre concede oportunidades aos escritores emergentes com qualidade acima da média. Queremos contribuir para a diversificação e para preencher algumas lacunas”, diz-nos o fundador e coordenador editorial Vanderlei Abel. Em Descobrindo a Minha História – A Incrível Aventura de Aster e Jaser, somos transportados até às margens do rio Omo, em África. O protagonista, Jaser, líder destemido do seu povo, acaba de conhecer a astuta Asta, que sonha em conquistar o mundo. Com ilustrações de Fernanda Rodrigues, que revelam a beleza da paisagem e a rica arte das pinturas corporais dos povos do rio Omo, a obra de Lázaro Ramos fala-nos dos laços que nos unem e da importância de mantermos vivo o legado dos nossos antepassados. Já Duni e Sika, de Ricardo Barros, com ilustrações de Raquel Pinto, segue duas irmãs, que partem numa viagem pelo bosque, em resposta a um desafio lançado pelo sábio Régulo M’Bala. Ao longo do percurso, descobrem o valor da confiança, da cooperação e da capacidade de reconhecer nas diferenças uma fonte de ap
A hora muda no domingo (mas a UE continua a discutir o fim da mudança)

A hora muda no domingo (mas a UE continua a discutir o fim da mudança)

Está quase na hora de acertar o relógio outra vez. No último domingo, 25 de Outubro, acontece a mudança para o regime de Inverno. Em Portugal continental e na Madeira, quando forem 02.00 passa a ser 01.00. Nos Açores, o acerto é feito mais cedo – à 01.00 passa a ser meia-noite. O que significa que vai poder ficar mais uma hora na cama.  Atenção: a Associação Portuguesa de Sono (APS) alerta que atrasar o relógio uma hora não equivale automaticamente a ganhar 60 minutos de descanso. Um estudo publicado no Journal of Sleep Research, que analisou dados de sono de 11.780 participantes do UK Biobank, verificou que, no domingo da mudança para o horário de Inverno, a duração média do sono foi apenas 33 minutos superior à do domingo anterior e 38 minutos superior à do domingo seguinte. “O nosso relógio biológico não muda instantaneamente quando atrasamos o relógio. A exposição à luz, os horários a que dormimos, comemos e iniciamos as nossas actividades continuam a servir de referência para o organismo. Por isso, manter rotinas consistentes nos dias que antecedem e sucedem à mudança pode tornar esta adaptação mais simples”, declara a Dr.ª Daniela Sá Ferreira, oresidente da direcção da APS. Até 28 de Março, dia em que o horário de Verão voltará a entrar em vigor, os dias são mais curtos. Mas, se preferir olhar para o copo meio cheio, daqui para a frente o sol começa a brilhar mais cedo (sim, também se vai pôr mais cedo). A maioria dos dispositivos electrónicos faz a alteração automatica
Croqueteria abre em Campo de Ourique com esplanada e sala de jogos

Croqueteria abre em Campo de Ourique com esplanada e sala de jogos

Depois do Time Out Market, em 2014, e da loja de Alvalade, em 2024, a Croqueteria abre portas na Rua Saraiva de Carvalho, em Campo de Ourique. O menu é o que já se conhece: croquetes para todos os gostos, preparados de forma saudável no forno. Desde o tradicional (o melhor da cidade), criado “a partir de uma receita de família”, ao de cozido à portuguesa, passando pelo vegetariano de queijo de cabra com cebola caramelizada ou pelo vegano de caril de grão com amendoim. A carta inclui ainda pipocas de croquete, sanduíches de croquete, criadas em parceria com a The Millstone Sourdough, e uma selecção de acompanhamentos e bebidas, incluido o “Vinho Croqueteria”. Já a sobremesa mantém-se a cargo dos parceiros da marca O Lisboeta. Quanto ao projecto de arquitectura e decoração, à semelhança do que aconteceu com o espaço de Alvalade, volta a estar a cargo da arquitecta Madalena Camões Godinho, enquanto a iluminação fica a cargo da marca Casca Grossa. Destaca-se também uma instalação de cerâmica, criada pela artista plástica Sara Maria Matos Ferreira no se atelier Mitó Creative Site. Com 24 lugares no interior e 12 na esplanada, o novo espaço conta também com uma janela de balcão para a rua, para servir pedidos de take-away numa lógica “grab & go”. Há ainda um piso inferior, pensado como uma pequena sala de jogos, com televisão para acompanhar, mediante reserva, a emissão de eventos desportivos, do futebol ao basebol.  Rua Saraiva de Carvalho, 171A (Campo de Ourique). Seg-Dom 10.00-
Estes pastéis de nata não levam açúcar refinado (nem alteram a glicemia)

Estes pastéis de nata não levam açúcar refinado (nem alteram a glicemia)

Já deu por si a imaginar como seria a sua vida se existisse um pastel de nata saudável e amigo da balança, que não comprometesse a dieta nem o bem-estar? Esqueça as adaptações caseiras com adoçantes sintéticos que deixam aquele amargo de boca a stevia ou aspartame. O Nata Zero chega ao mercado como o primeiro pastel de nata totalmente isento de açúcar refinado e de adoçantes artificiais. O segredo é o Süvy, um substituto de nova geração, que pode ser usado em vários produtos de pastelaria e confeitaria. Fruto de sete anos de investigação nos Laboratórios Innovi, liderados pela empresária francesa Alexandra Fregonese, tem oito vezes menos calorias, um índice glicémico menor que dois e é rico em fibras. A fórmula assenta numa abordagem biotecnológica que junta engenharia de processos e nutrição. Através da fermentação de açúcares simples provenientes da fruta ou do milho por um microrganismo raro (Moniliella pollinis), obtém-se uma molécula estável e cristalina. Esta base é depois combinada com dois elementos-chave: o eritritol (que não causa cáries e é obtido por fermentação natural) e a polidextrose (uma fibra solúvel que actua como prebiótico no cólon, ou seja, é fonte de alimento para as bactérias “boas” do intestino). Segundo António Sousa, CEO da Green Tech Novation – empresa responsável pela gestão e distribuição do projecto em Portugal, fundada juntamente com Rachel Gallas –, o Süvy não é um simples substituto: “O segredo deste desempenho reside na nossa formulação e n
‘Ser Diferente É Normal’: livro de Rui Malvarez inspira grande musical infantil no Tivoli BBVA

‘Ser Diferente É Normal’: livro de Rui Malvarez inspira grande musical infantil no Tivoli BBVA

Uma girafa de pescoço curto, um elefante sem tromba, uma toupeira com asas, um hipopótamo magérrimo, um pelicano sem patas, um crocodilo desdentado, um urso de pêlo comprido e um leão sem juba. Incapazes de fazer aquilo que seria “normal” para a sua espécie, estes animais sentem-se sozinhos e deslocados. Até que uma tempestade os reúne numa gruta e os obriga a confrontar os seus medos, frustrações e desejos de serem iguais aos outros. É esta a premissa de Ser Diferente É Normal, livro de Rui Malvarez lançado em 2024 pela Cordel D’Prata e reeditado este mês de Outubro pela Contraponto, e que chega ao palco do Tivoli pouco depois, numa adaptação de grande dimensão e em formato de teatro musical. Produzido pela Plano 6, com encenação de Luís Lourenço, o espectáculo estreia a 10 de Outubro, Dia Mundial da Saúde Mental, e fica em cena até 7 de Novembro. “Não acredito que uma peça de teatro mude o mundo sozinha. Mas pode iniciar uma conversa no caminho para casa, reforçar aquilo que é ensinado em família ou na escola, despertar uma pergunta ou fazer uma criança olhar de maneira diferente para alguém”, diz-nos Rui Malvarez, que fez nascer o seu bando de animais atípicos numa noite como outra qualquer. “Os meus filhos estão sempre a pedir-me histórias novas, então criámos uma rubrica que é ‘As histórias inventadas do papá’”, revela, entre risos. “Lembro-me de ter pensado como a Luisinha de vez em quando olhava para alguém com um tom de pele diferente e comentava, mas também como, num
‘Herbário’: Capicua regressa aos livros com um passeio poético pelo jardim

‘Herbário’: Capicua regressa aos livros com um passeio poético pelo jardim

Quem acompanha o trabalho de Capicua para a infância sabe que a porta de entrada é sempre a mesma: o ar livre. Foi assim quando criou a banda Mão Verde, quando deu vida a uma flor no seu livro de estreia, Cor-de-margarida, ou ao colocar um caracol a braços com a crise da habitação, em Como é que um caracol foge de casa?. Agora, em Herbário – Um passeio poético pelo jardim, a rapper e escritora do Porto volta focar a sua lupa no mundo natural, convidando grandes e pequenos a olharem para os jardins com atenção redobrada. Com ilustrações de Carolina Maria e consultoria científica da especialista em botânica Teresa Matos Fernandes, Capicua reúne 30 árvores e plantas – do abacateiro à urtiga, da buganvília ao rododendro – para falar de amizade, do espanto, do desejo e de tantos outros temas universais. “Neste momento, vou mudar de casa e tenho a horta em stand-by, mas nos últimos anos, ter uma horta tem sido dos meus hobbies favoritos”, confessa a autora, que cresceu numa família “que gosta muito de árvores, e de botânica no geral”. O fascínio vem de longe: “Como passei todas as férias da minha infância e adolescência na mesma casa de campo, que é da minha família, sempre cultivei o interesse pelas ervas, plantas, flores e árvores. É um interesse que vem de miúda, de uma forma completamente amadora, ao contrário da minha irmã, que é arquitecta paisagista e fez disso profissão. No meu caso, o entusiasmo revela-se sobretudo no trabalho para a infância, na literatura e na música.”
Até ao infinito e mais além. Esta experiência imersiva leva-nos ao Espaço

Até ao infinito e mais além. Esta experiência imersiva leva-nos ao Espaço

O universo está prestes a ficar ao alcance de todos. A partir desta quinta-feira, 17 de Setembro, Lisboa transforma-se numa porta de entrada para o cosmos com a chegada de “Smithsonian Viagem Pelo Cosmos: Uma Experiência”. É a terceira experiência imersiva, com recurso a realidade virtual, a ocupar a sala subterrânea da Estação de Metro do Terreiro do Paço. Depois de uma viagem no tempo até ao Antigo Egipto e de subirmos até ao Machu Picchu, no alto da Cordilheira dos Andes, somos convidados a ir mais longe, mais alto e, literalmente, para fora deste mundo. Desenvolvida em colaboração com o prestigiado Smithsonian Astrophysical Observatory (SAO), esta produção combina tecnologia de realidade virtual com dados astronómicos reais recolhidos ao longo de décadas. Fundado em 1890, o SAO integra actualmente o Center for Astrophysics, um dos principais centros mundiais de investigação em astrofísica. A premissa é ambiciosa: aproximar o público de fenómenos que, pela sua escala e distância, parecem impossíveis de experimentar em primeira mão.  A ideia é que, em apenas 40 minutos, experienciemos uma jornada que atravessa o ciclo de vida das estrelas, a formação das galáxias, o funcionamento do Sistema Solar e alguns dos fenómenos mais extremos do universo, até chegar aos misteriosos e insondáveis buracos negros. Mas não se trata apenas de observar. Pela primeira vez, os visitantes podem também interagir directamente com aquilo que os rodeia, explorando objectos, manipulando elementos
No Yokocho de Tiago Penão, a estrela é o ramen feito de raiz, dos caldos à massa

No Yokocho de Tiago Penão, a estrela é o ramen feito de raiz, dos caldos à massa

O ramen, um dos maiores símbolos gastronómicos do Japão, tem as suas raízes no lamian chinês, um prato de noodles servido num caldo simples de carne, que ficou inicialmente conhecido como shina soba. Após a sua introdução por imigrantes chineses no século XIX, os cozinheiros japoneses não só reinventaram a receita, como a elevaram – dizemos nós e subscreve qualquer pessoa que já tenha provado um ramen a sério. Falamos de caldos profundos e complexos, como o tonkotsu à base de ossos de porco, e de uma grande variedade de acompanhamentos que transformaram a sopa de rua num fenómeno cultural à escala global. É em homenagem a esta rica tradição que o chef Tiago Penão se prepara para abrir o Yokocho, uma ramen-ya na Praça das Flores, que se quer autêntica e, portanto, purista, ao serviço de caldos límpidos e massa feita na casa. A ideia, faz questão de reforçar, é contrariar uma certa “democratização de ramen que não é ramen”; e, acima de tudo, honrar a gastronomia japonesa. “Quando vou a um vegetariano, não vou à espera que me sirvam um bitoque”, diz, provocador, antes de explicar que “o verdadeiro ramen leva sempre proteína animal”. “No Japão, [os restaurantes de ramen] são ramen-ya, que significa literalmente loja de ramen”, acrescenta o chef, que acredita que, apesar da oferta ser imensa, há muito ramen por aí que não é ramen. Entre as “raríssimas excepções”, está a Ramen House Aska, no Cais do Sodré. “Gosto imenso da Asuka”. Apesar de também servir uma alternativa vegana – à
D. Maria II volta a casa mas com o país dentro (e muitas mulheres)

D. Maria II volta a casa mas com o país dentro (e muitas mulheres)

O Teatro Nacional D. Maria II está encerrado para obras estruturais desde Janeiro de 2023. O projecto de intervenção envolveu o restauro, manutenção e renovação de várias zonas do edifício, com destaque para a antiga sala de cenografia, que agora abriga os escritórios e um jardim de Inverno. Esta quarta-feira, 24 de Junho, Rui Catarino, presidente do Concelho de Administração, e Pedro Penim, director artístico, abriram as portas para uma visita aos bastidores, que antecipa a reabertura em Setembro, depois dos já anunciados “ensaios de Verão”. “Estamos entre o que está a terminar e o que começa; entre um longo período em que tivemos serviço público de cultura sem o conforto deste edifício e o regresso, em Setembro, a este monumento nacional renovado; a memória de uma casa com 180 anos e a responsabilidade de a preparar para muitas décadas mais”, afirmou Rui Catarino, que destacou a importância de pensar o papel da instituição para a democracia e a sociedade – “uma sociedade de unidades livres, justas e sustentáveis”. “Um teatro nacional sem o seu edifício não deixa de ser teatro, mas deixa de poder confundir a sua missão com a sua morada. Isso transformou-nos.” Além da limpeza das fachadas, as cantarias foram recuperadas e foi instalada iluminação monumental com tecnologia LED no exterior do edifício. Já a zona de átrio, foi também reformulada para facilitar a entrada no edifício, com a bilheteira e a livraria num espaço único, também renovado – a livraria, por exemplo, tem ag
A Gleba já não é só uma padaria. Marca reforça aposta na cafetaria

A Gleba já não é só uma padaria. Marca reforça aposta na cafetaria

Estávamos em 2016 quando Lisboa viu nascer a Gleba, uma pequena padaria de fermentação natural em Alcântara. Passados dez anos e facturação de milhões, Diogo Amorim quer transformar os espaços da marca em locais de permanência onde o pão artesanal sirva de base a uma oferta pensada para todas as horas. “A mais recente etapa desta expansão acontece na loja do Estoril, que passa agora a integrar serviço de cafetaria”, lê-se em comunicado. Actualmente, a Gleba conta com cafetaria nas lojas do Estoril, de Cascais, Restelo, Parede, Almada, Telheiras, Príncipe Real, Saldanha, Parque Eduardo VII e Parque das Nações. Para acompanhar esta evolução, há também novos menus: o Menu Pequeno-Almoço (4,95€), o Menu Brunch (12,95€), o Menu Sanduíche (9,95€) e o Menu Bebida & Bolo (3,95€). Já entre as novidades na carta, destacam-se duas novas sanduíches: uma de pastrami, desenvolvida em parceria com o Kau BBQ, e uma receita renovada de BLT (bacon, alface e tomate).  “Esta evolução representa mais um passo na ambição da padaria de continuar a crescer sem perder aquilo que sempre a distinguiu: colocar pão de qualidade no centro da alimentação, agora também através de uma experiência de cafetaria cada vez mais completa”, lê-se na nota da Gleba, que também reforçou a oferta de café de especialidade, com uma selecção de grãos de origem torrados pelo RoastBerry Coffe Lab. As últimas de Comer & Beber na Time Out No Verão, aproveite os dias longos ao ar livre com as melhores esplanadas e os melhores
No 24 Club, a ideia é conquistar (a correr) todas as freguesias de Lisboa

No 24 Club, a ideia é conquistar (a correr) todas as freguesias de Lisboa

Bruno Claro, fundador do projecto Correr Lisboa, organiza treinos gratuitos em vários pontos de Lisboa há mais de dez anos. Agora, quer incentivar-nos a percorrer todas as 24 freguesias da cidade. Para isso, criou o 24 Club, um desafio de corrida gratuito, que inclui um ranking e oferta de descontos à medida que vamos conquistando zonas. “Não é uma corrida de um dia, nem existe um percurso único. Cada pessoa escolhe quando, onde e com quem”, esclarece Bruno, que está empenhado, sobretudo, em “usar o desporto para aproximar pessoas e fazê-las viver a cidade de outra forma”. A ideia, revela-nos, nasceu de uma constatação muito simples depois de mais de uma década a correr por Lisboa: quem corre costuma fazê-lo quase sempre nos mesmos locais. Para participar, basta criar uma conta gratuita e registar as corridas manualmente, exportando um ficheiro GPX, ou associar a aplicação Garmin Connect, que faz o registo de forma automática, contabilizando os dados fornecidos pelo GPS, que são necessários para validar cada conquista. Quanto aos percursos, nada tema, que são sempre privados. Servem apenas para validar o progresso. Actualmente, Vítor Tavares Marques é o único corredor que já conquistou as 24 freguesias de Lisboa. O próprio Bruno ainda não conseguiu a proeza: faltam-lhe oito. “O objectivo a longo prazo é, no entanto, bastante maior do que completar 24 freguesias”, assegura. “Queremos criar razões para alguém ir correr a uma freguesia onde nunca esteve, descobrir um jardim, uma